Com Adolfo Menezes, Assembléia Legislativa ganha maior contato com o sertão

Com Adolfo Menezes, Assembléia Legislativa ganha maior contato com o sertão


Foto: Metro1

Cidadão de origem humilde, filho do sertão, nascido no município de Campo Formoso Adolfo Menezes não representa apenas a alternância de poder no legislativo estadual, após 5 mandatos de Marcelo Nilo, filho da região nordeste do estado, Ângelo Coronel com uma forte ligação à região metropolitana, recôncavo e baixo-sul, Nelson Leal, representante do sudoeste, a Bahia ganha um presidente da AL-BA, representante do sertão.

Adolfo conhece as diversas realidades do norte e noroeste do estado que estende-se de Juazeiro à Região de Irecê, além da região metropolitana de Feira de Santana e também a área sisaleira. O Sertão é a maior região em extensão no estado.
Com problemas na cadeira produtiva agrícola de diversos municípios, problemas de mobilidade, educação e saúde, o sertão sempre dependeu dos serviços de Salvador e Feira de Santana, contudo nos últimos 20 anos houve investimentos significativos a saber: O potencial agrícola da região de Irecê por meio dos projetos de irrigação, Morro do Chapéu tornou-se atração de investimentos na monocultura do morango, Ourolândia tornou-se a maior potência no mármore Bege do Brasil, Umburanas vive uma revolução econômica com o parque eólico da Serra da Babilônia, Jacobina tem a segunda maior jazida de ouro do país, a maior fábrica de torre eólicas do território nacional, fábrica de calçados e faculdade de Medicina, Capim Grosso começa a surgir como pólo de serviços, Campo Formoso com o extrativismo mineral, Juazeiro é a grande força da fruticultura, Feira de Santana por ser a segunda maior cidade do estado, por si só é um atrativo de comércio e serviços, e a região sisaleira se reinventa a cada ano.

Ocorre que, com tudo isso falta atração de investimentos ainda maiores em mobilidade, proporcionando melhoria na logística, a região carece de Universidade Federal, havendo apenas uma em Juazeiro como campus da UNIVASF, faltam recursos para pesquisa, a cultura dos consórcios em regiões como Jacobina, Irecê e Senhor do Bonfim, é muito incipiente e parece não sair do lugar.
Com a chegada de Adolfo ao posto mais alto do legislativo baiano, o sertanejo sente-se representado, esperando então uma maior proximidade não apenas com a Assembléia, mas sobretudo como um viés de interlocução entre Sertão e Governo do Estado, que já tem dado sinais elogiáveis a exemplo de rodovias e policlínicas como em Serrinha, Feira de Santana, Jacobina e Irecê. Se há uma coisa que Adolfo tem é disposição e coragem para lutar pelo sertão.

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