Crônica do Dia: Não era uma gripezinha, não passou em três ou seis meses

Crônica do Dia: Não era uma gripezinha, não passou em três ou seis meses

O objetivo não é criticar ninguém, nem tampouco criar palanque político para outros, afinal de todos os lados há pessoas coerentes e incoerentes, mas o fato é que após 01 ano do registro do primeiro caso em São Paulo, o saldo é o pior possível para o Brasil. Infelizmente ultrapassamos a marca de 250 mil mortes, mais de 10 milhões de pessoas foram infectadas, e o pior de tudo é encontrarmos resistência para cumprimento de protocolos e medidas de segurança e distanciamento.

Após 12 meses de enfrentamento da pandemia da COVID-19, não foi encontrado um denominador comum para resolução de problemas, não há entendimento nem planejamento coerente no calendário da vacinação, uma briga desmedida com interesses inconfessáveis, enquanto isso a população como gado, entra e sai de casa, abre e fecha comércio, sobe e desce portas de comércios. Aliado a todas estas situações está também a incoerência daqueles que descumprem regras, como se o vírus fosse uma brincadeirinha, ou que as cenas fatídicas que presenciamos diariamente fosse como cenas de um filme de ficção científica.

Assim sendo, caminhamos em uma jornada sem destino certo, como um trem fora dos trilhos, onde uma máquina potente falta condutor. Municípios, estados e união em um desencontro descabido, constatando mais uma vez nessa terra tupiniquim, que o povo é meramente, massa de manobra.

Por Clayton Luz

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *