Jacobina: Moradores da Praça 2 de Julho e ruas adjacentes conclamam o poder público por mais segurança

Jacobina: Moradores da Praça 2 de Julho e ruas adjacentes conclamam o poder público por mais segurança

Uma das regiões de maior movimento comercial, de prestação de serviços em saúde e transporte, está vivendo um período turbulento. Na tarde deste sábado (10), alguns moradores da região da Praça 2 de Julho procuraram a redação do Informa Sertão para relatar alguns episódios que têm se tornado recorrentes nas ruas do entorno. Segundo populares muitos cidadãos são coagidos de forma velada por dependentes químicos, pedintes e andarilhos que diariamente vivem no local. Os fatos relatados são de pequenos assaltos, agressões físicas, verbais e ameaças tanto a residentes quanto pessoas que transitam nestes logradouros.

“Aqui na Rua Coronel Hermenegildo já assaltaram residências, agrediram mulheres e crianças verbalmente, quando pedem dinheiro e não temos, somos xingados. Recentemente eles passaram a fazer morada em uma casa demolida aqui nesta rua, por isso gostaríamos de contar com a colaboração da Guarda Municipal, da secretaria da assistência social e da secretaria da saúde” relatou a moradora.

De acordo os relatos, a grande maioria são alcóolatras, pois estão visivelmente embriagados e tornou-se algo costumeiro esta cena.

Uma moradora da Rua Antônio Teixeira Sobrinho disse que só sente-se segura quando as viaturas da polícia ou da GCM estão fazendo as rondas na área. “Nossos filhos não brincam mais na quadra como antes, já percebemos que à noite ninguem quer ficar no ponto de ônibus por receio. Sabemos que com a pandemia muitas pessoas perderam o emprego, outros estão passando por momentos de depressão e com isso buscam refúgio no álcool, mas todos nós precisamos nos sentir bem no ato de ir e vir” concluiu a dona de casa.

A “Pracinha” tornou-se um lugar deserto à noite, durante o período de lockdown, sem as atividades das lanchonetes, restaurantes, taxistas e ambulantes. Solicitamos ao poder público medidas que contemplem o bem estar de todos, desde quem reside nas proximidades, passando também por um trabalho que promova o cuidado e a reinserção social destas pessoas.

INFORMA SERTÃO/ Clayton Luz

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