URGENTE: Cenário do coronavírus em Salvador é desesperador, afirma secretário de saúde

URGENTE: Cenário do coronavírus em Salvador é desesperador, afirma secretário de saúde

O secretário da Saúde de Salvador, Leo Prates, voltou a alertar a população de que a cidade não possui mais recursos para ampliar a oferta de leitos e gripários para o atendimento de casos da Covid-19. O gestor classificou o cenário como ‘desesperador’.

“É extremamente preocupante, as pessoas precisam colaborar. A Prefeitura e o Estado estão no seu limite, não temos mais como fazer estruturas dessas [gripários e hospitais de campanha]. Não adianta a pessoa aglomerar, não manter distanciamento social e depois ir para os gripários dizer que está esperando 6, 12 horas e que não tem atendimento de saúde”, disse Leo no programa ‘Isso é Bahia’, da rádio A TARDE FM, na manhã desta quinta-feira, 27.

Segundo o secretário, no auge da pandemia no ano passado, a cidade contava com 692 leitos, agora, Salvador conta com 789 leitos para atendimento para pacientes com Covid-19. Mesmo assim, o percentual de ocupação flutua entre 79% a 84%, com algumas unidades com 100% de ocupação, como foi o caso do Hospital de Campanha – Centro de Iniciação Esportiva, Maternidade Professor Jose Maria de Magalhães Neto, Hospital Eládio Lasserre e o Hospital Covid19 – Itaigara.

Atualmente, Salvador já registrou 6.521 mortes causados pelo coronavírus e 206.336 casos confirmados desde o começo da pandemia. Em toda Bahia já são 20.726 mortes e 995.364 casos confirmados.

Novos grupos prioritários

Grupos têm pressionado a Prefeitura para iniciar a vacinação de novas categorias de profissionais, entretanto, Leo acredita que a melhor alternativa é seguir com a imunização por idade. “Hoje a minha defesa é a não inclusão de nenhuma categoria. E acho que eu, o prefeito Bruno Reis, o governador e o secretário Fábio Vilas-Boas estamos afinados nisso”, explica.

“Considero seguir por idade o critério mais justo, prático e democrático. E mais fácil de vacinar também, para mim é muito difícil pegar pessoas que poderiam estar ajudando no sistema de saúde e colocar para ficar verificando documento”, completa Prates.

Fonte: A Tarde

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